
2026
Universidade Federal de Santa Catarina: Ciências da Computação
Bacharel em Ciências da Computação pela UFSC, com colação em 2026.

Forward Deployed Product Designer especializado em IA, com mais de 7 anos de experiência.
Trabalho junto das equipes de produto e engenharia, do problema à implementação.
Faço pesquisa na UFSC e escrevo o livro Design na era da IA, em produção pela Casa do Código.
Fundador da Xikota Design e Chapter Lead do The AI Collective Florianópolis.
Como Forward Deployed Product Designer, desenhei e implementei o sticker de treino em React Native. Para o gravador com GPS, conduzi pesquisa, design e a passagem para engenharia.
Na prática, eu era o head de produto de uma SaaS alemã e treinava um product designer júnior. Separei produtor e afiliado em dois contextos do mesmo produto. Quando o tour guiado falhou, fiz do próprio painel o tutorial, com o progresso à vista.
Minha primeira versão do formulário de matrícula do Pé-de-Meia juntou tudo em uma página e aumentou o abandono. A segunda dividiu o fluxo em etapas que salvam o progresso, e o estudante retoma de onde parou quando a conexão cai.
Produto social publicado para iPhone, com contribuição documentada em product design, identidade visual e motion. O case mostra presença, Crowds, canais e a direção de IA sem confundir protótipo com lançamento.
Um artigo em coautoria premiado com o Best Paper Award na AIMEDIA 2026, uma palestra gravada e meu TCC, que comparou a acessibilidade de dois design systems, o Bold e o DSGov.
Um livro pela Casa do Código sobre como designers e equipes de produto podem usar inteligência artificial com critério, ética e fluxos de trabalho mais seguros.
Em produção pela Casa do Código
Ver página do livroAbra o tema que você quer conhecer. Minha história e as experiências que sustentam meu trabalho estão aqui.
Sou o Thiago, designer de produto nascido e criado na ilha de Florianópolis, numa família nipo-brasileira (yonsei, quarta geração). Gosto de entender como as coisas funcionam e de questionar o que parece óbvio. Passo os dias transformando problema confuso em produto que gente de verdade consegue usar.
Comecei no design em 2019, antes de a IA virar assunto obrigatório. De lá pra cá, passei por Wellhub, Multidrop e Laboratório Bridge, onde ajudei a desenhar uma plataforma do MEC usada por milhões de estudantes. Me formei em Ciências da Computação na UFSC, com um intercâmbio em computação aplicada e IA na Sapienza, em Roma.
Hoje atuo como Forward Deployed Product Designer especializado em inteligência artificial. Trabalho perto das equipes de produto e engenharia para transformar o problema em produto funcionando. Na Zyla, desenhei e implementei o sticker de treino em React Native e conduzi o design do gravador com GPS até a passagem para engenharia.
Também sou fundador da Xikota Design, meu studio, e lidero o The AI Collective Florianópolis, o primeiro chapter do Sul do Brasil. Pesquiso na UFSC, escrevo (tem um livro a caminho pela Casa do Código) e, nas horas livres, ensino música japonesa para jovens na Associação Nipo-Catarinense.
Continuo acreditando em design feito para pessoas, com pessoas: conversa, repertório e senso crítico. A IA acelera muita coisa. Decidir o que vale a pena construir ainda é responsabilidade nossa.






Sou fundador da Xikota Design. Studio de design e construção de produtos digitais: sites, aplicativos e design systems, do problema ao produto no ar.
Coordeno o primeiro chapter do The AI Collective no Sul do Brasil e organizo encontros práticos para quem constrói com IA. O evento de estreia, em 1º de julho de 2026, teve cerca de 95 inscritos.
Como Forward Deployed Product Designer na Zyla, desenhei e implementei o sticker de treino em React Native. Para o gravador com GPS, conduzi pesquisa, design e a passagem para engenharia.
Trabalhei em jornadas de ponta a ponta do produto, em escala global, e em acessibilidade, garantindo conformidade com a WCAG 2.1 AA (ordem de foco, semântica e ARIA) nas telas que desenhei. O Wellhub é uma plataforma de bem-estar corporativo com mais de 5 milhões de assinantes em 18 países.
Escopo de head de produto: cuidava de design e produto e treinava um product designer júnior. Trabalhei no redesign de ativação que reduziu o abandono do onboarding de 50% para 25% e acompanhou o crescimento de 0 para 100 clientes pagantes.
Jornada do Estudante, app do MEC com 14 milhões de usuários, desenvolvido no Laboratório Bridge (UFSC). Redesenhei o formulário de matrícula do Pé-de-Meia, que passou a salvar cada etapa, e criei uma tela própria para cada estado de elegibilidade.
Organizei e apresentei a 3ª edição do Pixel Init, em 2021: três noites online, nove palestrantes, da UFSC e de empresas como Google, Nubank e SAP, e mais de mil inscritos.
Formação formal, experiência internacional e aprendizado contínuo aplicados a produto, sistemas e implementação.
Formação formal

2026
Bacharel em Ciências da Computação pela UFSC, com colação em 2026.

2025-2026
Intercâmbio (exchange) em Applied Computer Science and AI na Sapienza Università di Roma, com foco em sistemas de IA, pesquisa e os fundamentos técnicos por trás dos fluxos de trabalho modernos.

2024-2025
Concluído o Curso de Italiano (Nível B2) na Universidade Pontifícia Lateranense em 2025, aprimorando habilidades de comunicação e integração cultural durante meu período acadêmico em Roma.

2018
Realizei um ano do ensino médio em Vancouver, aprimorando o inglês e vivenciando uma rica troca cultural no cotidiano escolar canadense.
Idiomas
Aprendizado contínuo
Recortes recentes de estudo em UX research, acessibilidade, design systems, IA e implementação front-end.
UX Unicórnio
UX Unicórnio
Trabalho perto de produto e engenharia, do problema à implementação. As entregas mostram onde usei código, dados e IA, e o que ficou com cada pessoa do time.
Na Zyla, desenhei e implementei o sticker de treino em React Native. Para o gravador com GPS, fiz pesquisa técnica, design e a passagem para engenharia.
Ver design e código na ZylaNa Multidrop, construí tokens e componentes com governança compartilhada com a engenharia. Na PariPassu, desenhei uma base com mais de 110 componentes para dois produtos.
Ver o case da PariPassuNo TCC, auditei a documentação do Bold e do DSGov: 277 não conformidades A e AA. Sou coautor do artigo premiado na AIMEDIA 2026, um piloto sobre design com IA (n=5 por grupo).
Ver pesquisa e limitesCompetências técnicas
Na Bridge, numa plataforma de 14 milhões de usuários, o Pé-de-Meia tinha 8+ status de elegibilidade possíveis, 6 com ambiguidade real. Boa parte dos chamados do helpdesk repetia a mesma dúvida: "não entendo meu status". Na Multidrop, o seletor de contexto ficava escondido nas configurações e o usuário operava no contexto errado sem perceber. Eu projeto para os cenários que a maioria ignora.
O DSGov reprovava em 8+ critérios WCAG 2.1 AA. Corrigi no código com os devs: HTML semântico, ARIA e ordem de foco, sem mudar um pixel do spec. A clareza veio na camada invisível: navegação por teclado, leitor de tela e estados anunciados direito. Acessibilidade não é conformidade. É ferramenta de design.
Na Multidrop, construí o design system do zero: tokens de cor, espaçamento e tipografia, grid e governança compartilhada com a engenharia. Era a precondição pra dois tipos de usuário muito diferentes morarem num produto só. Um design system bom muda como o time inteiro toma decisão de UI, não só como a tela parece.
Pessoas de produto, design e engenharia com quem trabalhei. Cada nome abre o perfil no LinkedIn.
Notas sobre design, estratégia de produto, acessibilidade e como a IA muda o trabalho de times de design.
Acessibilidade entra como critério de aceite desde o começo, para não virar retrabalho no fim. No Laboratório Bridge, corrigi falhas WCAG 2.1 AA do DSGov direto no código, com os devs (HTML semântico, ARIA e ordem de foco), sem mudar o visual previsto na especificação.
Ver o case do BridgeSou formado em Ciências da Computação e programo em React. Na Multidrop, construí o design system do zero, com tokens de cor, espaçamento e tipografia e uma governança compartilhada com a engenharia.
Ver o case da MultidropPara gerar variações, prototipar em código e automatizar o que é repetitivo, sempre com direção e revisão minhas. Especifico antes de gerar: no piloto do artigo que publiquei com coautores na AIMEDIA 2026 (n=5 por grupo, amostra pequena), as cinco execuções sem designer saíram com a mesma hierarquia de informação.
Ler o estudoPela mudança de comportamento, medida antes e depois. Na Multidrop, depois do redesign da ativação, o abandono do onboarding caiu de 50% para 25% (n=3,1 mil, janela de 30 dias). Quando não tenho número, digo isso: no Bridge, a queda nos chamados sobre elegibilidade veio de relato do suporte, sem teste A/B.
Trabalhando num produto que precisa de direção de design ou de IA no workflow? Me conta o que você está construindo.
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